Faltam 30 dias, e o que o sofrido povo de Simões Filho está assistindo de camarote são caminhadas, ondas rosas, ondas azuis, tudo regado a paredões, adesivos, panfletagem, comitês e outros bichos…
Dinheiro circulando na campanha, gente nas ruas e muita movimentação política.
Mas o que o povo realmente quer é gestão pública. E isso, pelo andar da carruagem, se Deus quiser, só no próximo ano. Porque, depois de 4 de outubro, chega a conta — e quem paga, como sempre, é o povo.
Há dias não param de chegar à nossa redação denúncias sobre a precariedade dos serviços prestados no Hospital Municipal, como pode ser observado no vídeo abaixo.
Na famosa “fila da morte”, para tentar marcar exames e consultas médicas, segundo os relatos recebidos, o tempo de espera aumentou. Tem gente começando a enfrentar a fila na quinta-feira, com direito a pernoitar, e permanecendo até domingo apenas para conseguir entrar no mapa de atendimento. O resto fica por conta do Altíssimo…
E agora surge mais um problema: os fretamentos universitários, que, segundo denúncias encaminhadas à nossa redação, estariam há quatro meses sem receber, enfrentando dificuldades até mesmo para colocar combustível nos veículos.
Enquanto isso, gestão que é bom…
O prefeito Del parece ter entrado definitivamente no ritmo da campanha: é caminhada, paredão, “chama Katita”, dança, reggae e festa até altas horas.
A cidade, porém, não vive de dancinha, adesivo ou paredão.
Simões Filho precisa de gestão.
E o povo começa a perguntar:
Prefeito Del, quem está administrando a cidade enquanto a campanha toma conta das ruas?

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