Por Alberto de Avellar – Hoje, as Crônicas do Bom Velhinho estão de luto, Deus muitas vezes e injusto ao levar muitos que fazem a diferença e deixar os que nada fazem pelo bem comum, o que será de Mobilidade Urbana agora em Simões Filho.
Recebi com profunda tristeza a notícia da partida do meu amigo Tarcísio Almeida. Mais do que alguém que conheci no serviço público, Tarcísio era meu amigão, uma pessoa por quem eu nutria respeito, consideração e verdadeira amizade.
Em meio a tantas críticas que faço à mobilidade urbana de Simões Filho, sempre fiz questão de reconhecer aqueles que procuravam trabalhar, dialogar e tratar as pessoas com respeito. Tarcísio era uma dessas pessoas.
Hoje, qualquer crítica dá lugar ao silêncio, à saudade e à lembrança do amigo. Porque governos passam, cargos terminam e estruturas administrativas mudam, mas a amizade verdadeira permanece na memória e no coração.
Ficam as conversas, os momentos compartilhados e, sobretudo, a lembrança do ser humano que tive a felicidade de chamar de amigo.
À família, aos amigos e aos companheiros de trabalho, deixo meus sentimentos e minha solidariedade neste momento de profunda dor.
Descanse em paz, meu amigo Tarcísio Almeida.
“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
2 Timóteo 4:7
As Crônicas do Bom Velhinho hoje não se despedem apenas de um servidor público. Despedem-se de um amigo. E amigo de verdade não morre na memória daqueles que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

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