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SÉRIE: AS OBRAS INACABADINHAS E ABANDONADINHAS DO RATO BRANCO DINHA!!!



Por Alberto de Avellar — Meus inquietos e pensantes leitores de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos…


A série “As obras inacabadinhas e abandonadinhas do ex-prefeito Diógenes Tolentino (Dinha)” está sendo um verdadeiro sucesso de bilheteria — ou melhor, de visualizações. Já ultrapassamos a marca de 20 mil acessos nas planilhas do Google.

Durante seus oito anos de governo, marcados por desperdícios e possíveis desvios de milhões e mais milhões de reais dos cofres públicos, o que se vê hoje são rastros de abandono. E, ao que tudo indica, as consequências poderão abalar a economia das próximas gerações, principalmente por conta dos empréstimos que ultrapassam os 140 milhões de reais, cujos destinos seguem envoltos em dúvidas e questionamentos.

A NÍVEL DE ESCLARECIMENTO…

Quando comparo alguém a um “rato branco”, muitos entendem como ofensa. Mas, ao contrário, pode ser visto até como elogio. O rato branco é criado em laboratório para experiências científicas que visam contribuir com a humanidade.

E com a nossa “ratazana branca e narigudinha”, da família do inominável Tolentino, não foi muito diferente.

Criado nos laboratórios da política, o “Inominável Tolentino” revelou-se uma espécie rara. Com ideias próprias e instinto aguçado, ultrapassou os limites da inteligência de seus criadores, tornando-se um dos maiores articuladores e estrategistas políticos da última década na política baiana.

O que ele não conseguiu tirar de si foi o gosto pelo “queijo gigante”. E daí surge a alcunha: “Adorador de Dinheiro Público e Poder.”

Podem ter certeza: para alcançar seus objetivos, nossa rara ratazana faz qualquer coisa — de bancar o profeta e homem santo nos cultos religiosos da vida pública a destruir reputações e trajetórias políticas de opositores.

O grande problema das ratazanas criadas em laboratório é que, embora tenham vida curta no experimento, podem deixar sequelas profundas. E na política, essas sequelas são ainda mais graves.

Elas corroem a credibilidade do homem público, minam a confiança nos representantes eleitos pelo princípio republicano de que “o poder emana do povo”, e atingem diretamente a democracia.

Fica o alerta do Bom Velhinho.

Muito cuidado no próximo pleito eleitoral. Porque você, meu nobre eleitor, pode estar criando em seu laboratório chamado voto mais ratazanas de colarinho branco como o “Inominável Tolentino”. E toda uma gente boa pode pagar muito caro por um erro cometido em troca de algumas migalhas oferecidas por esse tipo de política.

E fica a dica:

A próxima série será “Katita, a Estrela Decadente.”

Aguardem.

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