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IRMÃOZINHO: UM DOS ULTIMOS DA OPOSIÇÃO CONTRA DINHA !!!


Por Alberto de Avellar — Na cidade de Simões Filho, já consagrada — ainda que de forma não oficial — como a capital dos absurdos, onde tudo pode acontecer… inclusive nada, a política segue oferecendo capítulos que fariam qualquer roteirista corar de inveja.


Nesta quarta-feira (11), data que marca o início do maior espetáculo da Terra — o Carnaval da Bahia, transmitido ao vivo por praticamente todos os veículos de comunicação do planeta —, enquanto trios elétricos afinam seus motores e foliões ensaiam seus passos, Simões Filho se prepara para um desfile diferente: o das verdades (ou versões delas).

O convidado mais do que especial dos anfitriões Eddy Carvalho e Wilson Cardoso, do Pod Pensar — programa que, dizem pelos corredores do poder, tem audiência capaz de fazer muito político perder o sono — será ninguém menos que Edsom Almeida, o nosso conhecido “Irmãozinho”, ex-prefeito do município e uma das figuras políticas mais populares — e também mais comentadas — das últimas décadas.

Convém lembrar aos desavisados (ou aos que sofrem de amnésia eleitoral seletiva) que, no pleito de 2024, Irmãozinho ultrapassou a marca dos 28 mil votos. Ainda assim, acabou varrido do tabuleiro político sob a sombra do famigerado “abuso de poder” e da sempre conveniente “cota de gênero” — instrumentos que, segundo seus aliados, teriam sido afinados como verdadeiros Stradivarius pelo então prefeito Dinha, também conhecido nos bastidores como “O Inominável”, notório apreciador das duas coisas que mais seduzem certos governantes: dinheiro público e poder.

Reza a lenda — jurídica, diga-se — que o grande maestro dessas controvérsias está sendo julgado na terceira instância, lá pelas bandas do TSE, em Brasília. O veredito? Especialistas cochicham que pode sair a qualquer momento. Em Simões Filho, como sempre, a ansiedade disputa espaço com a incredulidade.

No episódio do Pod Pensar, Irmãozinho promete “largar o doce” — expressão que, traduzida do dialeto político local, significa falar sem anestesia. Deve comentar sua visão sobre a trajetória do atual prefeito Del, analisar a famosa “herança maldita” que, segundo críticos, teria ficado como lembrança administrativa do governo anterior e, de quebra, avaliar a reeleição da deputada Kátia Oliveira — figura que muitos ainda tentam decifrar, como quem procura manual de instruções que nunca veio na caixa.

Se cumprirem metade das promessas, já será um programa histórico. Se cumprirem todas, talvez seja prudente preparar a pipoca — e, quem sabe, um capacete.

Imperdível.

Acompanhe… porque em Simões Filho, quando parece que nada vai acontecer, é exatamente aí que tudo acontece.

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