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DEPUTADA KÁTIA, COBRA DO ESTADO O QUE O ESPOSO NÃO FEZ EM SIMÕES FILHO !!!

 


Por Alberto de Avellar – No Dia Nacional da Alfabetização, a deputada estadual Kátia Oliveira (União Brasil) resolveu erguer a bandeira da educação baiana e cobrar do governo estadual investimentos urgentes para superar o vergonhoso índice de apenas 36% de crianças alfabetizadas no 2º ano do fundamental. Um discurso necessário, sem dúvida. A Bahia amarga, há anos, indicadores preocupantes — e alguém precisa falar sobre isso.


DEPUTADA ESTADUAL KÁTIA OLIVEIRA. 

Mas eis que surge a ironia política tão característica da nossa “cidade icônica em absurdos”: Kátia cobra do Estado exatamente aquilo que o seu esposo, o ex-prefeito Diógenes Tolentino, o famoso Dinha, não fez dentro da própria casa, em Simões Filho.

A COBRANÇA CERTA NA BOCA ERRADA

A deputada afirma em vídeo que o governo precisa apoiar os municípios com dinheiro, estrutura e assistência técnica para melhorar os índices de alfabetização. Lindas palavras. Só esquecemos de um detalhe: durante os quase oito anos de Dinha à frente da prefeitura, o que menos se viu foi prioridade na educação.

Segundo denúncias recorrentes na Câmara Municipal — especialmente do vereador Genivaldo Lima, o Geninho — a gestão Dinha deixou um rastro de problemas estruturais, supostos desvios de verbas, escolas sucateadas e absoluta ausência de investimentos consistentes na alfabetização.

Enquanto o marido promovia um governo embalado por marketing pesado e obras de “cenografia política”, a educação municipal derretia: falta de materiais básicos, professores desmotivados, apoio pedagógico insuficiente e índices que só caíam.


GENINHO EXPÕE O LEGADO: DESVIO, DESORDEM E DESINVESTIMENTO

As críticas do vereador Geninho não são poucas — e nenhuma delas é leve. Ele cita desde supostos desvios de recursos públicos até a omissão em áreas essenciais como saúde e educação. Ou seja: exatamente o contrário do discurso bonito que agora a deputada entoa em Salvador.

É como cobrar o governo estadual por não apagar incêndios enquanto a própria cozinha de casa ainda está pegando fogo por falta de manutenção.

UM APELO, MAS SEM AUTOCRÍTICA.

Kátia apela ao governo estadual que faça aquilo que deveria ter começado pelo seu próprio território político: fortalecer a alfabetização e garantir dignidade pedagógica às crianças.


A pergunta é:

Se o discurso é tão bonito, por que ele nunca se transformou em prática quando o seu grupo político comandava Simões Filho com mão de ferro?

SIMÕES FILHO CONTINUA PAGANDO A CONTA

O município segue com escolas precisando de reformas, carência de profissionais, transporte escolar insuficiente e índices educacionais que não condizem com uma cidade que ostenta ser uma das maiores arrecadadoras da Bahia.

A ironia é amarga, mas inevitável:

A deputada cobra do Estado o que o ex-prefeito Dinha não fez — e o povo de Simões Filho conhece essa história de cor e salteado.

NO FINAL DAS CONTAS…

Enquanto o governo estadual é criticado, o passado recente de Simões Filho segue pedindo explicações — principalmente diante das denúncias de Geninho, que expõem com todas as letras a falta de investimento e as sombras que pairam sobre a gestão Dinha.

Será que os discursos de hoje vão se transformar em prática amanhã?

Ou será apenas mais um capítulo do clássico “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”?

Em Simões Filho, a resposta costuma ser sempre irônica.

E previsível.

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