Na minha avaliação, o governo do ex-prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha, além de apresentar características que considero despóticas, pode ser analisado, metaforicamente, a partir dos conceitos dos Sete Pecados Capitais:
soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça.
Na tradição cristã, esses vícios são considerados fontes de outros comportamentos moralmente condenáveis e devem ser combatidos para a preservação dos valores éticos e espirituais.
O GOVERNO DEL DO CRISTO REI
Já o governo de Devaldo Soares, o Del do Cristo Rei, na minha interpretação, parece caminhar para aquilo que chamaria de uma:
“Administração Pública Kamikaze”.
A palavra japonesa kamikaze significa literalmente “vento divino”.
E a expressão acaba permitindo uma ironia política quando lembramos da alcunha utilizada pelo grupo político de Dinha durante a eleição de Del, em 2024:
“O escolhido divino, o milagre da política.”
Historicamente, os kamikazes ficaram conhecidos como pilotos japoneses empregados em missões suicidas contra forças Aliadas durante os momentos finais da Segunda Guerra Mundial.
Com o passar do tempo, a palavra passou a ser utilizada, em sentido figurado, para caracterizar atitudes extremamente arriscadas ou autodestrutivas.
É justamente nesse sentido metafórico que utilizo a expressão “Administração Pública Kamikaze”: para questionar decisões políticas e administrativas que, na minha avaliação, podem provocar consequências graves para o próprio governo e, principalmente, para a população.
E neste Sete de Setembro, Dia da Independência, marco histórico do povo brasileiro, fica uma reflexão.
Um povo que não desiste nunca não pode permanecer preso aos grilhões da manipulação, da perseguição política ou do silêncio.
Depois de tantos anos acompanhando e participando da vida pública de Simões Filho, deixo registrada uma reflexão pessoal.
Se um dia eu pudesse escrever uma frase em minha lápide, talvez fosse esta:
“Peço perdão ao povo simões-filhense por ter feito parte do governo hipnótico de Dinha. E espero que Del do Cristo Rei acorde enquanto ainda há tempo e possa oferecer a este povo dias melhores.”
Por Alberto de Avellar – Crônicas do Bom Velhinho

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