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ESTÁ É A SIMÕES FILHO QUE NINGUÉM QUER!!!



Por Alberto de Avellar - Meus caros e inquietos pensadores de Simões Filho, a cidade que ultrapassou todos os limites dos absurdos…

Segunda-feira chegou, e estamos a três dias de completar o 15º mês do governo de Devaldo Soares, conhecido como Del do Cristo Rei — o homem que prometeu, prometeu e continua prometendo o “Novo Tempo”, mas que, até agora, segue pior do que a gestão do ex-prefeito Diógenes Tolentino (Dinha), que também prometeu avanços estupendos para o município e acabou deixando uma das maiores crises já vistas nos campos político, financeiro e social.

O “Pequeno Gigante”, que recebeu a chamada herança maldita em praticamente todos os serviços essenciais, começa a perceber a crescente revolta popular. E, convenhamos, a granada já está sem pino — a explosão é apenas questão de tempo.

O Parlamento Municipal, que antes era o grande sustentáculo do Executivo — a famosa “Câmara do Amém” —, encontra-se agora desfragmentado. E, diante desse cenário, qualquer coisa pode acontecer.

A saúde municipal vive um verdadeiro caos generalizado. Não há um dia sequer sem novos bafafás nas redes sociais, seja pela falta de medicamentos, seja pelo péssimo atendimento, principalmente na UPA que ja foi no passado referencia em atendimento de qualidade e no hospital nem se fala com o contrato milionario de mais 6 milhoes mensais.

A educação também não fica atrás. Como diria o matuto: é uma fartura — falta tudo, principalmente competência na condução da Secretaria, atualmente sob responsabilidade de Heliene Mota.

A infraestrutura é outro capítulo à parte. O jovem secretário Gabriel Marques, considerado homem de confiança do ex-prefeito, assiste à cidade se deteriorar com obras mal executadas e contratos milionários questionáveis, sem que medidas efetivas sejam tomadas. E, com a chegada das águas de março, a população já sabe: os alagamentos virão — e não há para onde correr.

O transporte público, este simplesmente não existe. E, para piorar, ainda há vereadores apresentando indicações que beiram a ilegalidade — uma afronta à Constituição e uma verdadeira sátira à inteligência dos munícipes, que, diante do desespero, acabam acreditando em soluções inviáveis.

Por outro lado, a cultura segue “a todo vapor”: diversos projetos aprovados, sancionados e licitados — claro, com contratos milionários. E como o povo baiano é festeiro por natureza, parece que, para alguns, está tudo bem.

Ah, quase esqueço… os cerca de 1.200 funcionários fantasmas continuam assombrando as redes sociais 24 horas por dia. Mas exonerar para quê? No final das contas, quem paga é o povo — e a conta chega em outubro, nas eleições. Basta um “cala-boca” e, para muitos, está tudo resolvido.

Uma coisa é certa: se até o dia 30 o prefeito do “Novo Tempo”, Del do Cristo Rei, não publicar no Diário Oficial as exonerações e nomeações do novo secretariado e do primeiro escalão, e dos funcionários fantasmagoricos podem esquecer…

Simões Filho tende a piorar. O empréstimo de 75 milhões de dólares já foi autorizado pelos nobres edis e está em tramitação para chegar antes das eleições. E aí, meu amigo, será dívida para os próximos 30 anos…

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