Por Redação com base em manifestacao populares nas redes sociais ...-EDUCAÇÃO SOB CRÍTICA: INTERNAUTAS DISPARAM CONTRA CONTRATO MILIONÁRIOS E ABANDONODELZINHO NA EDUCAÇÃO.
Após publicação no blog do Bom Velhinho começou a repercussão do contrato milionário de mais de R$ 10,9 milhões para implantação de tecnologia educacional em Simões Filho que continua gerando forte indignação nas redes sociais e aplicativos de mensagens.
Enquanto o investimento é defendido como avanço tecnológico pela gestão municipal, moradores, pais e profissionais da educação relatam um cenário completamente oposto nas escolas da rede municipal.
REVOLTA NAS REDES: “UM ABSURDO”, “VERGONHA”, “CAOS”
A reação popular é marcada por palavras fortes e repetidas:
“Um absurdo!”
“Tá uma vergonha essa gestão”
“Só contratos milionários”
“Tá pior que isso… verdadeiro caos”.
As críticas apontam um contraste direto entre o alto investimento em robótica e a falta de condições básicas nas unidades escolares.
REALIDADE DENUNCIADA: ESCOLAS PARADAS E ESTRUTURA PRECÁRIA
Entre os relatos mais alarmantes, internautas afirmam:
“08 dias sem aula por conta do entupimento dos vasos sanitários”
“Portas arrombadas”
“Garrafas quebradas e pinos espalhados”
Além disso, há denúncias de uso indevido de espaços escolares:
“Libera a escola para cavalgada enquanto os alunos estão sem aula”.
Os comentários reforçam a percepção de abandono estrutural.
MERENDA TAMBÉM É ALVO DE CRÍTICAS
Outro ponto recorrente nas manifestações é a alimentação escolar:
“A merenda chega, mas é pouca demais”
“Colocam num mini pratinho… uma cumbuca”
Imagens compartilhadas mostram porções reduzidas, o que aumentou ainda mais a revolta dos pais.
QUESTIONAMENTOS SOBRE PRIORIDADES E POSSÍVEIS IRREGULARIDADES
A insatisfação também levanta suspeitas e cobranças:
“Eles não sabem o que é prioridade”
“A prioridade são os bolsos… quanto vai sobrar”
“Isso é um acordo… vão ficar mais ricos ainda”
Há ainda cobranças diretas por fiscalização:
“Não existe nenhuma lei que interfira nesses absurdos?”
“E o Ministério Público não faz nada?”
PREOCUPAÇÃO COM OS ALUNOS.
No meio das críticas, um ponto une praticamente todas as falas: o prejuízo aos estudantes.
“E os alunos sofrendo”
“A educação deixou de ser prioridade”
ENTRE A TECNOLOGIA E O BÁSICO
A discussão escancara um dilema central: investir em inovação enquanto faltam condições mínimas nas escolas.
Para os internautas, a resposta é clara antes da robótica, o básico precisa funcionar.
CONCLUSÃO
O debate nas redes mostra que o contrato milionário não está sendo visto como avanço, mas como símbolo de desconexão entre gestão pública e realidade escolar.
Enquanto isso, cresce a pressão popular por transparência, fiscalização e, principalmente, prioridade no que é essencial: estrutura, dignidade e qualidade de ensino para os alunos.

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