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PRÉDIO CAI NÃO CAI : MAIS UMA PARA A CONTA DE GABRIEL MARQUES DA SEINFRO!!!

Por Alberto de Avellar - CAOS NA ILHA DE SÃO JOÃO: CHUVAS EXPÕEM RISCO DE DESABAMENTO EM SOBRADOS INVESTIGADOS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO.


Meus inquietos e atentos leitores, a realidade voltou a bater à porta, ou melhor, a invadir as casas da comunidade da Ilha de São João, em Simões Filho. E desta vez, não há discurso, maquiagem ou promessa que esconda o que está diante dos olhos: um cenário de abandono, perigo e revolta popular.

CHUVA REVELA O QUE ESTAVA ESCONDIDO...



As fortes chuvas que atingiram a região nos últimos dias trouxeram à tona um problema que moradores denunciam há anos. Ruas completamente alagadas, famílias ilhadas e, o mais grave: rachaduras estruturais nos sobrados, após construção de muro de contenção de encosta construída pela própria Prefeitura.

As imagens que circulam nas redes sociais são alarmantes. Bases comprometidas, infiltrações visíveis e estruturas que apresentam sinais claros de desgaste. Para muitos moradores, o medo é constante

 “A qualquer momento pode cair. A gente vive com medo dentro de casa.”

OBRAS MILIONÁRIAS SOB SUSPEITA

Os sobrados fazem parte do conjunto habitacional Ilha de São João, foi erguido um muro de contenção durante a gestão do ex-prefeito Diógenes Tolentino, o anjo sem asa com participação direta de seu então secretário, Gabriel.

A obra, que envolveu valores milionários dos cofres públicos, já é alvo de investigação por parte do Ministério Público. As denúncias apontam possíveis irregularidades na execução, incluindo falhas estruturais e baixa qualidade dos materiais utilizados.

E agora, com as chuvas, o que antes era suspeita começa a ganhar forma concretarachaduras que colocam vidas em risco.

RISCO IMINENTE E SILÊNCIO DO PODER PÚBLICO.

O cenário atual é de risco iminente de desabamento. Especialistas alertam que rachaduras na base de imóveis podem indicar comprometimento da fundação, especialmente quando associadas à infiltração e encharcamento do solo.

Mesmo diante da gravidade, moradores denunciam um problema ainda maior: a ausência total do poder público.

Nenhum representante da Prefeitura apareceu para dialogar com a comunidade. Nenhuma equipe técnica foi enviada. Nenhuma resposta oficial.

“A gente já avisava desde o começo. Agora está piorando e ninguém aparece. Estamos abandonados.”

DENÚNCIAS GANHAM AS REDES

Sem apoio institucional, a população recorre às redes sociais para expor a situação. Vídeos, fotos e relatos se multiplicam, mostrando que o problema não é isolado é estrutural, coletivo e urgente.

O que antes era tratado como “reclamação” agora se revela como um possível escândalo de engenharia e gestão pública.

E AGORA?

A pergunta que ecoa entre os moradores é simples e direta: Vai esperar cair para agir?

A comunidade da Ilha de São João pede socorro. E mais do que isso: exige respeito, segurança e respostas.

Porque quando o dinheiro público vira obra mal feita, quem paga o preço é o povo e, neste caso, pode ser com a própria vida.

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