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SEGURA ESTÁ!!! EMPRESTIMO DE 450 MILHÕES VOLTA À PAUTA NA SEXTA-FEIRA (20)...

 


Por Alberto de Avellar - Mais dívida, mais pressa, mais perguntas sem respostas. Quando a população acha que já viu de tudo, Simões Filho resolve sempre inovar — e quase nunca para melhor.

Depois de muito burburinho, negativas públicas, discursos inflamados, até o Presidente da Câmara, Itus Ramos, jurou de pé  junto no Podcast, "Pod Pensar",  que tudo não passava de “rumor da oposição”, eis que surge oficialmente na pauta legislativa o Projeto nº 026/2026, oriundo do Poder Executivo, propondo uma operação de crédito de aproximadamente 450 milhões de reais, com garantia da União.

https://www.basimoesfilho.legisbr.com/legisbr/pautas_print.php?data=2026-02-20%2009:00:00

Isso mesmo.


450 Milhões de reais equivalem a Setenta e cinco milhões de dólares .

E, segundo informações de bastidores, o projeto pode entrar em votação única, em sessão extraordinária, logo após o Carnaval — aquele momento estratégico em que parte da população ainda está tentando voltar à realidade.

Coincidência? Ou método?

EMPRÉSTIMO NÃO É PRESENTE — É DÍVIDA

Toda operação de crédito significa uma coisa simples: dinheiro agora, dívida por anos, juros pagos pelo povo.

E a pergunta básica que qualquer cidadão tem direito de fazer é:

Para quê exatamente será usado esse dinheiro?

Porque empréstimo público só se justifica quando: existe projeto detalhado, existe cronograma claro, existe estudo de impacto financeiro, existe transparência total.

Sem isso, vira cheque em branco.

E cheque em branco quem paga é o contribuinte.

Sempre.

PRESSA NA VOTAÇÃO LEVANTA ALERTA.

Outro ponto que chama atenção é a possibilidade de votação única.

Projeto dessa magnitude deveria: passar por comissões, ter audiências públicas, apresentar planilhas detalhadas, mostrar capacidade real de pagamento, explicar impacto na saúde, educação e serviços.

Porque não estamos falando de comprar cadeiras para a prefeitura.

Estamos falando de milhões.

Milhões que comprometem o futuro do município.

A PERGUNTA QUE ECOA NAS RUAS.

Enquanto isso, a população continua relatando:

problemas na saúde

filas em atendimento

demandas por infraestrutura

bairros aguardando melhorias básicas

E o cidadão comum pergunta:

Se o dinheiro que já existe não resolve… o empréstimo vai resolver como?

A POLÍTICA DO “NÃO ERA, MAS AGORA É”

O curioso é que, até pouco tempo atrás, qualquer menção a esse empréstimo era tratada como: “fake news” “invenção” “rumor político.”

Agora aparece oficialmente. Sem rodeios. Sem suspense. Sem pedido de desculpa.

Na política local, parece que rumor só é mentira… até virar projeto de lei.

O POVO PRECISA SABER

O Bom Velhinho não é contra investimento. Não é contra obra. Não é contra desenvolvimento.

Mas é radicalmente a favor de: transparência; planejamento; debate público e responsabilidade fiscal.

Porque dívida pública não é ideologia. É matemática. E matemática não perdoa propaganda.

O RECADO FINAL DO BOM VELHINHO

Se o empréstimo é bom para a cidade, expliquem.

Se é necessário, provem.

Se é urgente, detalhem.

Porque quem paga a conta não é prefeito, nem secretário, nem vereador.


Quem paga é o povo.


E o povo de Simões Filho já anda pagando caro demais.

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