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DEPUTADA KÁTIA OLIVEIRA: CONVOCA SITE PARA COMUNICADO !!!

Por Alberto de Avellar - A deputada estadual, outrora apresentada como estrela da política baiana, parece atravessar um momento de visível inquietação diante da queda de popularidade — especialmente após sucessivos episódios e denúncias que vêm sendo comentados nos bastidores políticos envolvendo seu esposo e principal cabo eleitoral, o ex-prefeito Diógenes Tolentino, conhecido no folclore político local como “o Inominável adorador do dinheiro público e do poder”.

Sem deixar o período momesco passar em branco — afinal, carnaval também é tempo de palanque disfarçado — a parlamentar concedeu entrevista a um site local, tentando recuperar espaço e, quem sabe, alguns votos pelo caminho.

Na entrevista, a deputada fez questão de destacar a lei de combate ao assédio contra a mulher, da qual afirma ser coautora, ressaltando que bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais devem afixar placas com telefones dos órgãos de proteção à mulher para casos de assédio.

O detalhe curioso — daqueles que a Rádio Peão adora comentar — é que legislação de conteúdo semelhante já havia sido apresentada anteriormente na Câmara Municipal de Simões Filho pelo vereador Belo Gazileu. Ficou no ar a dúvida: seria coincidência legislativa, inspiração parlamentar… ou apenas mais um caso clássico do conhecido “copiar e colar” institucional? Vai saber.

O que também chama atenção é que a parlamentar, que costuma se apresentar como “Voz da Bahia” e defensora intransigente dos direitos das mulheres, aparentemente esquece de aplicar a mesma vigilância dentro do próprio círculo político.

Isso porque um apoiador ferrenho da deputada nas redes sociais acabou se envolvendo em um caso típico de violência contra a mulher. Segundo relatos que circularam amplamente na cidade, a ex-companheira foi cobrar pensão alimentícia — obrigação básica, diga-se — e a situação teria evoluído para agressão física, resultando em lesão grave e posterior uso de tornozeleira eletrônica pelo acusado. A inadimplência da pensão ainda teria levado o cidadão a passar uma temporada atrás das grades.

O episódio ganhou novo capítulo quando aliados e amigos ligados ao grupo político organizaram uma “vaquinha solidária” para custear a liberação do apoiador após semanas no cárcere.

Curiosamente, episódios como esse raramente aparecem nas entrevistas cuidadosamente convocadas ou nos discursos inflamados sobre defesa da mulher.

Mas, como diria o velho cronista da praça:

na política da nossa icônica cidade dos absurdos, certas histórias nunca viram manchete — apenas comentário de esquina.

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