Por Alberto de Avellar - Meus inquietos pensantes e foliões de Simões Filho a cidade icônica dos absurdos, não esqueçam de ao sair ou chegar da folia dos festejos do Rei Momo..
— Ao sair ou chegar da folia dos festejos do Rei Momo, não deixem de contemplar o maior “monumento” já erguido nesta terra — uma obra que não celebra o progresso, mas simboliza, para muitos, o retrato do poder sem limites e do culto ao dinheiro público. Um legado atribuído ao eterno “Inominável Dindinha” e à sua digníssima esposa, a deputada chamada por críticos de “estrela decadente”, conhecida como a rainha das emendas milionárias — recursos sobre os quais paira a pergunta que ecoa nas ruas: onde estão e quem, de fato, viu seus benefícios chegarem à população?
A obra do Terminal Rodoviário de Simões Filho, fincada às margens da BR-324 como um cartão de visitas inevitável para quem entra na cidade, ergue-se não apenas em concreto, mas também em controvérsias. Para muitos observadores, tornou-se um marco de promessas grandiosas, cercadas por questionamentos, suspeitas e cobranças por transparência. Mais do que uma construção, transformou-se em símbolo de debates sobre prioridades públicas, responsabilidade na gestão dos recursos e respeito ao cidadão — que, afinal, é quem paga a conta...
Até nisto Simões Filho é icônica em absurdos, enquanto em outras cidade espalhadas pelo mundo que tem os obelisco como símbolo de lutas do Povo para o povo e pelo povo, na Boa Terra, temos o monumento da era Tolentino de corrupção e desvio de dinheiro público...
E nas ruas da cidade, temos o povo outrora chamado de Gente Boa que vive na maior sofrência com os reflexos de tantas falcatruas denunciadas, ajuizadas, mas que parece não ser vistas pelos órgãos fiscalizadores...
E falando em órgão fiscalizador o Poder Legislativo a famosa Câmara do Amém que em sua grande maioria, aprovou todas as propostas, projetos e Lei permitindo que a cidade sofra com a imagem deste monumento como outros a exemplo da Via José Trindade uma obra de 19 milhões gastos em 2.5 km de asfalto jogado sobre barro que em menos de 13 meses se devolveu como Sonrisal em um copo D'água...
Mas não se preocupem agora temos um novo governo do homem do "Novo Tempo" e claro com velhas práticas que anuncia o fim da era da familia Tolentino, dos mandos e desmandos do maior estrategista de desvio de dinheiro público já visto na Bahia com direito a deixar monumentos na cidade para que o povo nunca esqueça seu nome...
"Diógenes Tolentino Oliveira"

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