Por Alberto de Avellar - Mais 9 dias de suspense e escandalos na mídia agora Internacional no final das contas Iridan Brasileiro saiu ou pediu para sai, os contribuintes querem respostas e nósda imprensa temos que cobrar...- Enquanto isto em Simões Filho a saúde pública virou o espelho mais fiel da gestão Del do Cristo Rei: desorganizada, acéfala e politicamente dependente.
O prefeito segue sem publicar o decreto de exoneração de Iridan Brasileiro, mantendo oficialmente no cargo quem já foi descartada nos bastidores. O resultado é uma Secretaria de Saúde sem comando, sem planejamento e sem responsabilidade.
Nos corredores do poder, dois nomes circulam como possíveis substitutas: Mirela Macedo e Tainá Lorrayne. Nenhuma das duas conhece a realidade do sistema de saúde do município, não têm histórico de gestão no SUS local e não apresentam no currículo nada que justifique tamanha missão. A escolha, ao que tudo indica, não será técnica — será política.
Enquanto o prefeito hesita, o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia intimou Del e a pregoeira Isacarla para prestar esclarecimentos sobre o chamamento público que resultou em contrato superior a R$ 6 milhões com a S3 Gestão de Saúde. Mais um negócio milionário, mais uma nuvem de suspeitas, e nenhuma explicação clara.
Del não governa.
Empurra. Adia. Silencia.
A saúde entra em colapso, contratos avançam, o TCM bate à porta e o prefeito assiste tudo de camarote. Isso não é liderança. É incapacidade administrativa.
Em Simões Filho, o povo espera atendimento.
No gabinete, o prefeito espera o escândalo esfriar
Rádio Peão já deu o diagnóstico.
O Bom Velhinho apenas assina o laudo.

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