Por Alberto de Avellar - Segundo estatísticas mundial, em uma cidade em amplo desenvolvimento deveria nascer, em média, cinco munícipes para cada um que vai a óbito.
Mas em Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos, a lógica funciona de forma completamente inversa, nos 8 anos de Governo Diógenes Tolentino (Dinha) Entenda a citação, que veio junto com a "Herança Maldita" para o governo Devaldo Soares (Del do Cristo Rei)...
Os números do Registro Civil de 2025 desmontam o discurso oficial de normalidade em Simões Filho. Foram 849 mortes contra apenas 526 nascimentos, resultando em um saldo negativo de –323 moradores em um único ano.
Isso não é detalhe estatístico.
É sinal claro de colapso social.
A queda nos nascimentos não acontece por acaso. A cidade segue sem maternidade funcional, obrigando gestantes a buscar atendimento em outros municípios. Promessas se repetiram ao longo dos governos Dinha/Del, mas nunca viraram política pública efetiva.
Do outro lado da equação, a morte avança cedo demais.
Idosos morrem por falta de prevenção, exames e cuidado básico.
Jovens morrem vítimas da violência, do desemprego e do abandono do Estado.
Em 2025, 104 crianças foram registradas sem o nome do pai — reflexo direto da exclusão social, do encarceramento em massa e da ausência de políticas públicas voltadas às famílias e à juventude.
Enquanto isso, a gestão priorizou marketing, contratos e obras para fotografia.
Saúde, educação e proteção à vida ficaram em segundo plano.
Simões Filho não está diminuindo porque o povo desistiu de viver.
Está diminuindo porque o governo desistiu de cuidar.
E enquanto a gestão tratar esses números como mera curiosidade estatística, o cemitério continuará crescendo — e o futuro seguirá encolhendo.

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