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DEL VOLTA A SER DEL: E O BAMBU GEME NO LEGISLATIVO...



Por Alberto de Avellar - Meus inocentes e inquietos leitores de Simões Filho, a cidade dos absurdos: se vocês estão se iludindo achando que, após a histórica agenda com o Governo do Estado — cheia de troca de olhares e promessas de casamentos perfeitos “até que a morte os separe” — tudo estaria resolvido, tirem seus cavalos da chuva. O que vem por aí é tempestade, com direito a tsunami no choque entre a onda azul e a onda amarela.

Menos de uma semana depois da tal reunião com o governador, o pequeno Gigante do Cristo Rei voltou a ser apenas Del do Cristo Rei. E, pelo que tudo indica, a tão sonhada reforma administrativa não passará de mais uma dança das cadeiras: troca-se o nome das pastas, mas permanecem os mesmos secretários que não agradam à opinião pública e continuam no velho esquema do verdadeiro mandante da Casa Branca da Praça 7 de Novembro — o Inominável Dinha.

Nesse barco furado, à deriva, Del volta a ser Del: apenas o prefeito-tampão de um governo transitório de Dinha para Dinha.

E, nesta terça-feira (14), Genivaldo Lima, o Geninho — o homem-bomba — abriu a caixa-preta do Poder Legislativo:

“Aloooouuu, Simões Filhooo!”

“Estou fechado, fechadíssimo, com o grupo do senador Otto Alencar e vou fazer os perfurencios com a foto de Cajado e Eduardo Alencar apoiando o governador Jerônimo para a reeleição em 2026. E comigo já tem pelo menos mais oito vereadores, além dos dois da base de oposição.”

Se isso se concretizar, o pequeno Gigante do Cristo Rei estará completamente perdido. E, se os vereadores ainda apoiarem Itus Ramos para a reeleição da presidência da Câmara… aí, meu povo, Del se lascou de vez.

Com esse impasse — Del insistindo em seguir Dinha sem qualquer contestação — cresce enormemente a possibilidade de o deputado Cajado não enviar os R$ 12 milhões em emendas para Simões Filho, além de travar tudo o que foi acordado com Jerônimo.

Porque, convenhamos: o governador pode até ter cara de besta, mas besta ele não é. E não vai “fazer filho na mulher dos outros” — ou seja, trazer melhorias para Simões Filho para Del fazer campanha e eleger ACM Neto, Paulo Azi e Kátia Oliveira, enquanto Dinha fica livre, leve e solto para se candidatar novamente a prefeito em 2028, como se nada tivesse acontecido.

O Governo do Estado faz as obras, e o governo municipal sai alardeando nos veículos de comunicação e nas redes sociais que é ele quem está realizando tudo.

Esta é a minha opinião de quem vivencia, 24 horas por dia, a política de Simões Filho.

Del voltou a ser Del. Cai — e continuará caindo — perante a opinião pública, para que Dinha retorne como o “Salvador da Pátria”.

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