Meus nobres, inquietos e calejados leitores e seguidores da cidade icônica dos absurdos…
Após a campanha eleitoral de 2026, quando o prefeito Del do Cristo Rei fez o maior sucesso com a dancinha do chicleteiro, levando a galera à loucura — até o mais fiel dos crentes dançando! —, veio o “Del, o Libertador”, que, a menos de dez dias do segundo turno, declarou ser “bolsonarista de carteirinha”.
E, como a dancinha não lhe rendeu os holofotes desejados no circuito Barra-Ondina, vocês vão concordar comigo: era muita estrela brilhando no mesmo lugar!
Agora, nosso prefeito chicleteiro lança um novo modelo: “DEL COPIA E COLA!”
Nesta terça-feira, estaria apenas aguardando a aprovação da LDO... - Salvo salienta que foi algo surreal "aprovado" em apenas 18 minutos somente perdeu em tempo de aprovação para a Lei que permitiu o famoso emprestimo.... - Mas seguimos o baile da dança das cadeiras,na próxima segunda-feira (26), lançar o maior PACOTÃO DE REFORMAS ADMINISTRATIVAS já visto na história simões-filhense!
Segundo informações que circulam nos bastidores, o primeiro ato seria uma exoneração em massa de servidores nomeados e ocupantes de cargos comissionados, além da abertura de um programa de desligamento voluntário para os servidores efetivos, os nossos velhinhos e barrigudinhos…
Tudo isso faz lembrar os modelos administrativos dos tempos de Eduardo Alencar, quando, segundo relatos políticos da época, não sobrava quase ninguém de dezembro até depois do Carnaval, período em que alguns gatos-pingados voltavam a ser nomeados, escolhidos a dedo!
E claro que este estilo chicleteiro cheio de dancinhas marotas com passinhos de reggae, fank, macum9bes e salsa baiana, faz lembrar alguém o velho "Irmãozinho" que dá pingo em éter na saída da garrafa um verdadeiro campeão na garimpagem de votos, sempre agradando o povo que estão revoltados com os "Funcionários fantasmas". - vocês vão concordar que não se faz um omelete sem quebrar ovos, ou seja pra saber quem trabalha e é real tem que fazer a faxina mesmo.
MAS A COISA NÃO PARA POR AÍ…
Antes do dia 1º de novembro, data prevista nos bastidores para a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal, teremos, ao que tudo indica, uma verdadeira reprodução do modelo político de Diógenes Tolentino, o Dinha.
E olha que a eleição antecederia justamente o Dia de Finados!
A palavra de ordem seria:
“OU ESTÁ COMIGO, OU ESTÁ FORA! E QUEM NÃO REZAR PELA MINHA CARTILHA SERÁ EXONERADO!”
Del estaria preparando um pacote especial para transformar o Legislativo municipal naquilo que o Bom Velhinho costuma chamar de:
“A SUPERCÂMARA DO AMÉM: O PUXADINHO DO EXECUTIVO!”
Corre nos bastidores que, dos 17 vereadores, aqueles que não rezarem pela cartilha política de Del poderão enfrentar consequências na composição de suas bases de apoio, inclusive com a possível substituição de ocupantes de cargos e movimentações envolvendo suplentes.
Três nomes já teriam sido substituídos. Na próxima leva, segundo os comentários que circulam nos corredores da política, outros quatro estariam na mira.
E, se Sid Serra continuar nessa aventura de Sancho Pança, seguindo os passos do ex-prefeito Dinha, também poderá acabar ficando pelo caminho, sem sequer chegar ao dia da eleição da Mesa Diretora!
Mas, atenção, meus nobres leitores: por enquanto, tudo isso faz parte das informações e especulações que circulam nos bastidores da política simões-filhense. Resta saber o que realmente será confirmado pelos atos oficiais.
E O BOM VELHINHO?
Ah, meus amigos! O Bom Velhinho continua por cá, observando cada movimento desse verdadeiro tabuleiro de xadrez político, esperando seu tradicional chupa-molho para descobrir de que lado o vento vai soprar…
Afinal, vocês hão de concordar comigo: barriga vazia é como saco vazio, não para em pé!
E, como já diz o velho ditado popular, numa versão bem maliciosa da política:
“Dinheiro na mão, calcinha no chão! Sem dim-dim, a calcinha sobe na hora!”
Enquanto isso, o Bom Velhinho segue com suas crônicas, acompanhando os acontecimentos e lembrando que, na política de Simões Filho, o que hoje parece impossível amanhã pode virar realidade.
E, PELO ANDAR DA CARRUAGEM, NADA SE CRIA, TUDO SE COPIA!
Crônicas do Bom Velhinho — A cidade icônica dos absurdos

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