Meus nobres, pensantes leitores de Simões Filho, até entendo que o ex-prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha, esteja mais ligado a Paulo Azi do que ar-condicionado no verão…
Pois, vamos e venhamos: Dinha e a filha são nomeados no gabinete de Paulo Azi, em Brasília, e os dois juntos recebem a “teteia” de quase R$ 1 milhão por ano.
Quanto à deputada Kátia Oliveira, é claro que tem que apoiar e fazer campanha. Afinal, se Kátia não for eleita, quem vai botar a comida na mesa? E não estou dizendo que Dinha esteja sem dinheiro. A alcunha dele já diz tudo: “O Inominável Dindinha, adorador de dinheiro público e poder.”
Agora, o que realmente me deixa pasmo, de queixo caído e com uma pulga do tamanho de um elefante atrás da orelha é o nosso ilustre Bomba-Mota.
Durante todos esses anos em que o conheço — e olhe que isso já faz muito tempo, desde quando as gêmeas ainda andavam de fraldas —, Bomba-Mota sempre foi contra Dinha.
E, de repente, de uma hora para outra, pulou a catraca política, atravessou a estação inteira e foi parar no colo de Del, atéai tambem consigo entender queria melhorar a mobilidade da rua dos Bombeiros Mirim que tá um miserê.
Mas, agora, pelo visto, já está confortavelmente sentado no mesmo vagão político de Dinha, Paulo Azi e Kátia Oliveira.
Rapaz… política em Simões Filho realmente produz milagres que nem a ciência consegue explicar!
Quanto a Orlando, esse é igual a gandula: joga a bola para qualquer um que esteja em campo e, principalmente, para quem ainda tenha alguma “bala na agulha”.
No final das contas, fica aquela velha pergunta que não quer calar:
Estão fazendo política ou estão brincando com a inteligência do povo de Simões Filho?
Porque mudar de posição política é legítimo. Agora, quando as mudanças acontecem numa velocidade capaz de deixar o eleitor tonto, o mínimo que se espera é uma boa explicação.
Afinal, o povo pode até assistir ao espetáculo…
Só não vale achar que a plateia é besta.

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