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CHOCANTE AS DECLARAÇÕES DO CUNHADO DA PACIENTE MORTA NO HOSPITAL DE SIMÕES FILHO !



É até bizarro, totalmente surreal o acontecido com a paciente que veio a óbito no Hospital de Simões Filho... As declarações com exclusividade para as "Cronicas do Bom Velhinho" do Cunhado da paciente que estava no local e acompanhou  o suposto erro médico e cobra investigação sobre morte no Hospital Municipal de Simões Filho...


Jussara Freitas Pereira, que hoje estaria completando 43 anos, morreu após dar entrada na unidade hospitalar. Cunhado afirma que equipe teria considerado a paciente gestante, versão contestada pela família, e cobra investigação sobre os procedimentos realizados.

Um grave relato envolvendo o atendimento no Hospital Municipal de Simões Filho levanta questionamentos e exige esclarecimentos da direção da unidade, da empresa responsável pela gestão hospitalar e da Secretaria Municipal de Saúde.

A paciente foi identificada pela família como Jussara Freitas Pereira, que hoje estaria completando 43 anos.

Rosenilton, conhecido como “Neguinho da Litoral”, cunhado de Jussara, divulgou um depoimento no qual relata os momentos que antecederam a morte da paciente, após ela dar entrada no hospital na sexta-feira, dia 14 de agosto.

Segundo o familiar, Jussara chegou à unidade por volta das 9 horas, desacordada, sendo encaminhada para a sala vermelha. Ele afirma que informou repetidamente à equipe que sua cunhada não estava grávida.

“Eu falei o tempo todo que minha cunhada não estava gestante.”

De acordo com Rosenilton, profissionais teriam sustentado a hipótese de gravidez. O familiar afirma que chegou a questionar por que não seria realizado um exame para esclarecer a situação antes de qualquer intervenção:

“Se tem dúvida, gente, faz um ultrassom. Tem como fazer um ultrassom rapidinho.”

O trecho mais grave do relato ocorre quando o cunhado afirma que Jussara teria sido submetida a uma intervenção abdominal e que posteriormente percebeu uma extensa incisão em seu corpo.

“Cortaram a barriga da minha cunhada de um lado a outro.”

Rosenilton também relata que teria ocorrido intenso sangramento durante o atendimento:

“Foi tanto sangue lá dentro da sala vermelha e ela acabou vindo a óbito com hemorragia.”

A causa da morte, entretanto, deve ser estabelecida por documentação médica e, quando aplicável, por exame pericial ou necropsia. O depoimento da família, embora grave e relevante para uma investigação, não permite concluir isoladamente que tenha ocorrido erro médico ou crime.

Segundo Rosenilton, uma assistente social teria informado que Jussara morreu às 9h48. Em seu depoimento, profundamente emocionado, ele faz uma acusação contundente:

“Eu posso falar com autoridade: mataram minha cunhada no Hospital de Simões Filho.”

A declaração é uma acusação do familiar e precisa ser investigada pelas autoridades competentes, garantindo também o contraditório aos profissionais envolvidos e à administração hospitalar.

Jussara faria 43 anos hoje.

A dor da família ganha um significado ainda mais forte neste domingo: Jussara Freitas Pereira estaria completando hoje 43 anos.

Em vez da comemoração de aniversário, seus familiares agora enfrentam o luto e procuram respostas para entender o que aconteceu durante os minutos em que Jussara esteve sob atendimento hospitalar.

Entre as questões que precisam ser esclarecidas estão quais exames foram realizados; o que levou à hipótese de gravidez; se houve ultrassonografia; qual procedimento foi executado; quem o indicou e realizou; se ocorreu hemorragia; qual foi a causa oficial do óbito; e o que consta no prontuário médico.

Diante da gravidade do relato, prontuário, exames, registros de atendimento, relatórios médicos e eventual laudo de necropsia serão fundamentais para reconstruir os acontecimentos e determinar se houve ou não falha na assistência prestada a Jussara Freitas Pereira.

A família cobra respostas. E um caso envolvendo a morte de uma mulher que hoje estaria celebrando seus 43 anos merece apuração rigorosa, transparência e esclarecimentos públicos.

Nota editorial: As acusações reproduzidas nesta matéria são atribuídas ao cunhado de Jussara Freitas Pereira e não representam conclusão de que houve erro médico ou crime. O espaço deve permanecer aberto para manifestação dos profissionais citados, da direção do Hospital Municipal, da empresa gestora e da Secretaria Municipal de Saúde de Simões Filho.

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