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ESTÁ É PRA LASCAR - O QUERUBIM SEM ASA ESTÁ NA FOLHA !!!


Por Alberto de Avellar - Meus inquietos e já calejados leitores… segurem essa porque a “rádio peão” não dorme, não cochila e muito menos perde fofoca de gabinete. E quando ela fala… meu amigo… é porque o negócio já está fervendo mais que panela de pressão sem válvula.


Pois bem...

Segundo os sussurros que ecoam pelos corredores acarpetados do poder — aqueles mesmos onde o povo não entra nem com reza braba — o ex-prefeito Diógenes Tolentino de Oliveira, o nosso já conhecido “Querubim sem asas”, estaria há mais de um ano exercendo a função de Secretário Parlamentar em Brasília.

Até aí, tudo bem… se não fosse um detalhe que nem lupa resolve esconder:

Brasília é longe… mas o homem continua firme e forte na Bahia.

Coincidência?

Trabalho remoto?

Ou milagre administrativo digno de canonização política?

E não para por aí…

SALÁRIO NAS ALTURAS


De acordo com a própria folha (que não mente, só confirma), o valor mensal gira na casa dos R$ 18.655,12.

Mas a rádio peão, que gosta de fazer conta melhor que contador de prefeitura em final de mandato, garante: com os “extras”, o valor ultrapassa os R$ 38 mil mensais.


Fazendo aquela continha básica:

Mais de R$ 450 mil por ano com direito a férias (inclusive em março, como consta na folha), tudo isso “diretamente” de um gabinete federal.


Enquanto isso…

A cidade segue com seus velhos problemas: saúde capengando, transporte na bronca e o povo fazendo malabarismo pra fechar o mês.

E o nosso personagem?

Aparece nas ruas…

Com discurso manso…

Olhar de quem “sofre junto com o povo”…

E aquela velha ladainha:

“Não consigo resolver nada…”

Ora, ora…

Difícil mesmo deve ser resolver alguma coisa trabalhando em Brasília…

sem sair da Bahia.

O TEATRO POLÍTICO SEGUE EM CARTAZ

Nos bastidores, a pergunta que não quer calar é simples:

Quem é o padrinho desse “emprego celestial”?

O deputado federal Paulo Azi, e o que, de fato, foi feito por Simões Filho em troca desse generoso contracheque?


Porque, como diria o Bom Velhinho:

“Quando o dinheiro sobe pra Brasília e não desce em benefício pro povo…

alguém tá voando… e não é avião.”


E assim segue a novela…

Com roteiro digno de série política, elenco conhecido e um público — o povo — que já não aguenta mais pagar ingresso para assistir o mesmo espetáculo.

E a rádio peão?

Ah… essa continua ligada…

No volume máximo…

E pronta pra soltar o próximo capítulo.

Porque em Simões Filho…

até o silêncio faz barulho.. E quando ela fala… meu amigo… é porque o negócio já está fervendo mais que panela de pressão sem válvula.

Pois bem.

Segundo os sussurros que ecoam pelos corredores acarpetados do poder — aqueles mesmos onde o povo não entra nem com reza braba — o ex-prefeito Diógenes Tolentino de Oliveira, o nosso já conhecido “Querubim sem asas”, estaria há mais de um ano exercendo a função de Secretário Parlamentar em Brasília.

Até aí, tudo bem… se não fosse um detalhe que nem lupa resolve esconder:

Brasília é longe… mas o homem continua firme e forte na Bahia.

Coincidência?

Trabalho remoto?

Ou milagre administrativo digno de canonização política?

E não para por aí…

SALÁRIO NAS ALTURAS

De acordo com a própria folha (que não mente, só confirma), o valor mensal gira na casa dos R$ 18.655,12.

Mas a rádio peão, que gosta de fazer conta melhor que contador de prefeitura em final de mandato, garante: com os “extras”, o valor ultrapassa os R$ 38 mil mensais.

Fazendo aquela continha básica:

Mais de R$ 450 mil por ano com direito a férias (inclusive em março, como consta na folha), tudo isso “diretamente” de um gabinete federal.

Enquanto isso…

A cidade segue com seus velhos problemas: saúde capengando, transporte na bronca e o povo fazendo malabarismo pra fechar o mês.

E o nosso personagem?

Aparece nas ruas…

Com discurso manso…

Olhar de quem “sofre junto com o povo”…

E aquela velha ladainha:

“Não consigo resolver nada…”

Ora, ora…

Difícil mesmo deve ser resolver alguma coisa trabalhando em Brasília…

sem sair da Bahia.

O TEATRO POLÍTICO SEGUE EM CARTAZ..

Nos bastidores, a pergunta que não quer calar é simples:

Quem é o padrinho desse “emprego celestial”?

O deputado federal Paulo Azi, e o que, de fato, foi feito por Simões Filho em troca desse generoso contracheque?

Porque, como diria o Bom Velhinho:

“Quando o dinheiro sobe pra Brasília e não desce em benefício pro povo…

alguém tá voando… e não é avião.”

E assim segue a novela…

Com roteiro digno de série política, elenco conhecido e um público — o povo — que já não aguenta mais pagar ingresso para assistir o mesmo espetáculo.

E a rádio peão?

Ah… essa continua ligada…

No volume máximo…

E pronta pra soltar o próximo capítulo.

Porque em Simões Filho…

até o silêncio faz barulho.

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