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SAÚDE DE SIMÕES FILHO: VIRA MAQUINA CAÇA NIQUEL E POPULAÇÃO SOFRE !!!



Por Alberto de Avellar —  Meus inquietos pensantes da cidade icônica dos absurdos. Tem coisa que não precisa de discurso político. Rasgaram o Princípio da Administração Pública art.37 da Constituição.... E no Hospital basta entrar olhar e sentir o cheiro e o estado de sucatiamento do patrimônio público.


O mais terrível, quando se fala em Saúde Pública em Simões Filho,  são as argumentações esdrúxula dos Agentes públicos... - Neste vídeo a seguir se percebe o despreparo total dos defensores do indefensável, a procura de culpados, este é nomeado como "Auxiliar Técnico Nível 1", no Gabinete do Prefeito ou seja "Secretaria de Governo", não tem o segundo grau completo, mas  foi nomeado como Técnico, além é claro de ter uma ficha policial de fazer inveja a muitos que estão atrás das grades.


MAS A REALIDADE DOS FATOS É ESTA...

Enquanto contratos milionários da saúde ultrapassam a casa dos 6 milhões de reais por mês para manutenção e prestação de serviços médicos, a realidade dentro do Hospital Municipal de Simões Filho parece contar outra história — e uma história bem mais triste.

Relatos vindos de dentro da própria unidade mostram:

Sanitários imundos...

Paredes sujas e com infiltração

Água vazando pelo conduíte elétrico do teto

Mofo espalhado pelos corredores

Macas enferrujadas

Poltronas de repouso deterioradas

 Estrutura física em estado alarmante

E não estamos falando de um prédio abandonado.

Estamos falando do hospital da cidade.

Do lugar onde pessoas internadas, debilitadas, fragilizadas e muitas vezes com imunidade baixa precisam lutar pela vida.

E é aí que mora o perigo.

Porque ambiente hospitalar sujo não é só descaso. É risco de contaminação, proliferação de bactéria e ameaça direta ao paciente.

É questão de saúde pública.

Enquanto isso, famílias relatam situações dramáticas:

Pacientes aguardando regulação por mais de 15 dias internados, sem previsão de transferência, e obrigados a permanecer em ambientes considerados insalubres.

A pergunta que ecoa nos corredores não é política.

É humana.

Como um município que paga milhões por mês na saúde permite que o hospital esteja nessas condições?

Porque dinheiro existe já que o novo contrato assinado no início desse ano é superior a 6 milhões de reais por mês.

O que não aparece é o resultado.

A crise na saúde de Simões Filho não é mais apenas sobre filas ou demora.

Agora é sobre estrutura, dignidade e sobre segurança sanitária.

Porque quando o teto vaza dentro de um hospital não é só água que escorre.

Escorre a credibilidade o respeito e o cuidado com a população.


E enquanto isso, o povo segue esperando. Na fila da regulação, na cadeira enferrujada e na  enfermaria infiltrada.


Esperando não apenas atendimento. Mas respeito.

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