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ACABOU!!! - DINHA E SIMONE COSTA JOGAM A TOALHA !!!


Por Alberto de Avellar  - Tudo tem início, meio e fim e no âmbito judicial quando o réu recusa seu Direito de defesa e contrarazões se torna réu confesso...

- A pergunta é; Por que Diógenes Tolentino e Simone Costa abriram mão das contrarrazões na AIJE que segue para o TSE?


ENTENDA O CASO INIGMATICO !!!

O processo AIJE nº 0600723-81.2024.6.05.0033 segue para o Tribunal Superior Eleitoral com um dado que chama atenção nos bastidores da política de Simões Filho: o silêncio do ex-prefeito Diógenes Tolentino Oliveira e de sua cunhada, a vice-prefeita Simone Oliveira Costa.

Regularmente intimados, com prazo reaberto e ciência inequívoca, ambos optaram por não apresentar contrarrazões. Quem falou nos autos foi apenas o litisconsorte Devaldo Soares de Souza. Do ponto de vista jurídico, não há nulidade, não há cerceamento de defesa, e o mérito será julgado normalmente pelo TSE. Mas politicamente, o silêncio grita.

A pergunta que não quer calar

Por que Diógenes e Simone abriram mão de se manifestar justamente agora, na reta decisiva do processo?

Hipótese que corre nos corredores (e nas esquinas)

Entre rumores e leituras políticas, uma tese ganha força: afastar-se estrategicamente do prefeito Del para reduzir riscos pessoais e reposicionar peças no tabuleiro. Em tradução livre: cada um por si.

Se o vento mudar em Brasília, quem estará menos exposto?

Se houver responsabilização, quem tenta sair do raio de impacto?

E, sobretudo, quem mantém portas abertas para um desfecho que pode redesenhar o comando do Executivo municipal?

Xadrez de poder.

Conhecido por jogar xadrez político, Diógenes sempre foi descrito como astuto — alguém que ama o poder e não abre mão do controle. O silêncio nos autos pode ser lido como cálculo frio: deixar que o processo siga sem amarrar sua própria narrativa a uma defesa conjunta, descolando-se de Del e preservando margem de manobra para o que vier.

E Simone? Ao não apresentar contrarrazões, preserva-se. Em um cenário extremo, o futuro institucional pode passar por ela. Seria essa a aposta?

Fato jurídico x leitura política

Fato: o TSE julgará o mérito independentemente do silêncio de Diógenes e Simone.

Leitura política: o silêncio não é neutro. É gesto. É sinal. É estratégia.

Conclusão.

Na política de Simões Filho, o que não se diz também comunica. A ausência de contrarrazões pode não mudar o rito processual, mas revela movimentos. Resta saber se o cálculo foi preciso — ou se o silêncio cobrará seu preço.

E você, leitor: Silêncio por descuido… ou silêncio por estratégia?

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