Por Alberto de Avellar - Meus meninos inocentes de Simões Filho, a cidade icônica dos rumores e dos absurdos…
Posso garantir a vocês que o Festival da Cultura Gospel foi um sucesso. Até o prefeito Gigante do Cristo Rei dançou reggae ao som de Nego Vieira... - Teve sorriso, teve pose, teve palco, teve selfie… tudo muito bem ensaiado.
Mas como todo espetáculo hollywoodiano, a cortina fechou.
E agora a festa é outra.
Faltam menos de sete dias para o início do maior espetáculo da Terra: o Carnaval da Bahia. As expectativas são grandes, mas a realidade bate à porta depois da Quarta-feira de Cinzas, quando a vida na Bahia volta ao normal e os vereadores retornam do recesso — ou seria da ressaca? O retorno oficial está marcado para 24 de fevereiro.
E aí, meus amigos, o bambu começa a gemer.
Porque se cobra tem fiofó, o prefeito Del está no fiofó da cobra.
Nos bastidores, o que não falta é bronca, cochicho e preocupação em torno dos 1.200 funcionários fantasmagoricos e o polêmico contrato da terceirizada do hospital, no valor de R$ 145 milhões, a ser pago em apenas dois anos. O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) já pediu esclarecimentos e a galera foi intimada. A famosa explicação do inexplicável deve aparecer — se aparecer — após o retorno dos vereadores.
Para completar o pacote, o deputado Eduardo Alencar entrou com duas representações no Ministério Público Federal, ambas relacionadas à saúde pública do município.
E segura essa: Eduardo Alencar estará no PodPensar na próxima quarta-feira. E, segundo os corredores da Rádio Peão, vai largar o doce. Preparem a pipoca.
Quanto a euzinho aqui, aviso logo: na próxima semana estarei sem publicações. Mas não é descanso, não. Vou aproveitar o tempo para bater nas portas do Judiciário, acompanhar de perto os processos de Abuso de Poder, Cota de Gênero e os Mandados de Segurança que correm na Justiça referentes aos meus proventos, que a Prefeitura insiste em não pagar há dois anos.
Porque em Simões Filho, meus amigos, o palco muda, a cobra troca de pele, mas o fiofó… ah, o fiofó continua sendo o mesmo.

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