Por Alberto de Avellar – Estão de brincadeira com o Bom Velhinho. Língua solta por aqui não passa nada sem ser comentado em Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos.
Os meninos “pensantes”, os Arganjos de Dinha — renegados pela sociedade simõesfilhense, são especialistas em criar cortinas de fumaça midiáticas e deixar o povo com cara de besta. Mas que fique claro: besta o povo não é. São sabidos — e muito.
Como minha boca não é baú, então segura essa, Tafarel.
O secretário de Meio Ambiente foi pego com a mão cheia de dedos no cofrinho das taxas pagas por empresários para liberação de alvarás. E isso não é novidade. Há muito tempo o “bom menino”, que já foi testado em outras secretarias — sempre com problemas — desfila à beira-mar, de bermuda Ciclone, dançando reggae e rindo da cara dos bestas, tudo com dindim público.
Agora, para justificar sua saída, resolveram empurrar a pecha de crime ambiental: dizem que ele permitiu o corte de uma árvore centenária dos tempos de Água Comprida, ali na Praça Noêmia Meirelles, no coração da cidade, bem em frente ao Ministério Público — onde a promotora do famoso “IMPROCEDENTE” estacionava seu carrinho de seis milhões de dólares.
Para completar o enredo tragicômico, a SESP de Necomigonão não retirou os restos mortais da árvore centenária do local alegando falta de combustível. Mas teve um sabidão que queria porque queria os troncos, supostamente para fazer bancos e mesas para um certo residencial ali pros lados do Vivaz.
É mole ou quer mais?
Tô por cá e puto da vida até agora. Ainda não me chamaram. E se me chamar… eu vou.

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