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SID SERRA MONTA CHAPA E ENFRENTA ITUS RAMOS PELA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA.



Eleição acontece no dia 2 de outubro; nos bastidores, grupo de Sid é associado ao prefeito Del, enquanto chapa de Itus Ramos é apontada como próxima ao ex-prefeito Dinha


A disputa pela presidência da Câmara Municipal de Simões Filho para o segundo biênio começa a ganhar contornos de uma verdadeira batalha política. A eleição da nova Mesa Diretora está marcada para o próximo dia 2 de outubro, colocando os vereadores diante de uma decisão que poderá redesenhar a correlação de forças dentro do Legislativo municipal.

De um lado, surge uma chapa encabeçada pelo vereador Sid Serra, que, segundo informações de bastidores, contaria com o apoio político do prefeito Devaldo Soares, o Del. Do outro, aparece a candidatura do vereador Itus Ramos, apontada nos meios políticos como ligada ao grupo do ex-prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha.

Se esse cenário se confirmar, a eleição da Mesa Diretora poderá ultrapassar os limites internos do Legislativo e transformar-se em mais um capítulo da disputa por espaço e influência entre os grupos de Del e Dinha.

CHAPA DE SID SERRA.

A composição articulada para disputar a Mesa Diretora no segundo biênio seria formada da seguinte maneira:

Presidente: Sid Serra

1º vice-presidente: Orlando de Amadeu (PSDB)

2º vice-presidente: Sérgio Glauber (PT)

1º secretário: Del da Capoeira (PRD)

2º secretário: Bombeiro Edmilson (PSD)

A composição chama atenção pela presença de vereadores de diferentes partidos, indicando uma articulação que ultrapassa as fronteiras partidárias e pode estar sendo construída principalmente em torno da correlação de forças dentro da Câmara.

DIA 2 DE OUTUBRO SERÁ DECISIVO

Com a votação marcada para 2 de outubro, os próximos dias prometem intensa movimentação nos bastidores. Conversas, reuniões e articulações deverão definir os votos que decidirão quem comandará a Câmara Municipal durante o segundo biênio.

O elemento político que torna a disputa ainda mais interessante é justamente a possível participação dos dois principais grupos que hoje disputam influência na política municipal.

Sid Serra estaria alinhado ao campo político do prefeito Del, enquanto Itus Ramos teria o apoio do ex-prefeito Dinha.

Caso esses apoios sejam confirmados publicamente, a eleição poderá funcionar como uma espécie de termômetro da força política de Del e Dinha dentro da Câmara Municipal.

Mais do que escolher quem comandará as sessões, a presidência da Casa possui peso institucional importante. O presidente administra o Legislativo, conduz os trabalhos, organiza pautas dentro das atribuições regimentais e exerce papel relevante na relação entre Câmara e Poder Executivo.

Por isso, cada voto poderá valer muito.

CONTAGEM REGRESSIVA PARA A ELEIÇÃO

A pergunta que deverá movimentar os corredores da Câmara até 2 de outubro é simples:

Quem tem os votos necessários para vencer?

A formação de uma chapa não significa automaticamente vitória. Até o momento da eleição, conversas, alianças e mudanças de posicionamento podem alterar completamente o cenário.

Também será importante observar quais vereadores declararão publicamente apoio a cada candidatura e quais preferirão guardar o voto até os momentos finais.

Uma coisa, porém, já parece evidente: se as duas chapas forem efetivamente registradas e mantidas até a votação, a sucessão da Mesa Diretora dificilmente será apenas uma eleição administrativa.

Será também uma demonstração de força política.

Sid Serra de um lado. Itus Ramos do outro. Dia 2 de outubro, as urnas da Câmara mostrarão quem conseguiu construir a maioria.

E, nos bastidores, a disputa entre os grupos políticos de Del e Dinha poderá ter um novo e importante capítulo.

Por Alberto de Avellar – Crônicas do Bom Velhinho

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