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TARCÍSIO ALMEIDA LARGOU O DOCE, "SIMÕES FILHO TEM LEI" !!!


“Agora Simões Filho tem lei.” - Foi com essa frase que o superintendente de trânsito Tarcísio Almeida participou do podcast PodPensar, apresentado por Eddy Carvalho e Wilson Cardoso, e colocou os motoristas da cidade em estado de alerta.

O Bom Velhinho  que não está  na folha, por esta razão não come reggae mau contado, não perdoou. Bastou a entrevista ir ao ar para os grupos de WhatsApp explodirem com uma pergunta simples:

“Lei ou indústria da multa?”

Segundo o entrevistado, o município vai apertar a fiscalização, reforçar o monitoramento e aplicar as penalidades previstas no trânsito. Até aí, tudo dentro da legalidade. O problema é que o trabalhador que já sofre com combustível caro, IPVA, licenciamento, seguro e buracos nas ruas ouviu a entrevista e traduziu do jeito popular:

“Agora o menino prodígio acordou e tá de olho no bolso do motorista!”

Durante a conversa, o superintendente falou sobre JARI, órgão responsável por julgar recursos de multas. Mas nas redes sociais muita gente questionou que a entrevista deixou mais dúvidas do que respostas.

Internautas ironizaram que o superintendente teria se enrolado ao falar sobre fiscalização, sinalização e estrutura do trânsito municipal. Comentários diziam que ele “não conseguiu explicar nem sinalização horizontal e aérea”, enquanto outros afirmavam que “falou difícil, mas não explicou nada”

E a Rádio Peão entrou em ação:

“Primeiro vem a multa, depois explicam o resto.”

“Salvar vidas ou salvar arrecadação?”

“O radar enxerga mais rápido que ambulância.”

“Tem mais câmera do que placa de orientação!”

Enquanto isso, motoristas reclamam da falta de sinalização adequada em diversos pontos da cidade, buracos nas vias, semáforos com defeitos e ruas sem manutenção.

Nas rodas de conversa, a opinião ficou dividida. Tem quem defenda fiscalização mais rígida para reduzir acidentes. Mas também tem quem diga que o trabalhador virou alvo preferencial da arrecadação eletrônica.

No fim das contas, o motorista de Simões Filho já entendeu o recado:

Pisou errado… o bolso sente primeiro.

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