A política tem dessas coisas: muda o nome, muda a camisa, muda o slogan, mas a pergunta do povo continua a mesma: quem está pagando a conta? Porque conforme enquete que está rolando nas redes sociais, a Deputada não está nada bem com seu eleitorado em Simões Filho.
A deputada estadual Kátia Oliveira realizou mais uma edição do projeto “Missão Liderar”, desta vez no município de Catu, utilizando personagens da máquina pública simõesfilhense para garimpar votos. Nas redes sociais, o encontro foi apresentado como uma noite de conexão, troca de ideias e fortalecimento de propostas.
Até aí, em partes nada fora do jogo político.
Mas a famosa Rádio Peão — que nunca dorme e trabalha em escala de 24 horas nos grupos de WhatsApp — começou a levantar questionamentos após relatos sobre a presença de pessoas ligadas à administração municipal de Simões Filho.
Segundo comentários que circulam nos bastidores políticos, alguns participantes seriam ocupantes de cargos e funções ligadas à estrutura pública municipal, todos vestidos com camisas do projeto “Missão Liderar”.
E então surge a pergunta que a oposição, curiosos e até aliados mais desconfiados costumam fazer:
“Era um encontro político espontâneo ou havia uma mobilização maior por trás?”
Importante destacar: não há, até o momento, comprovação pública de uso irregular de recursos ou estrutura administrativa no evento. O debate gira em torno de questionamentos levantados nos bastidores políticos e nas redes sociais com relação a presença de diversos funcionários do segundo escalão dentre eles Iridan Brasileiro, Alex Passos, Davi da Claro e Emanuele sobrinha da deputada e dirigente da Supertrans.
O ex-prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, participou do encontro ao lado da deputada e descreveu o evento como um momento de aprendizado, esperança e união.
Enquanto isso, a Rádio Peão continua fazendo aquilo que mais gosta: contar cabeças, observar camisas iguais e perguntar quem entrou no ônibus, quem saiu e quem pagou a passagem.
Porque na política, às vezes a dúvida chega antes da resposta.
E em ano de articulação política, até coincidência vira assunto.
A pergunta que ficou no ar:
“Missão Liderar, ou missão usar o dinheiro do povo de Simões Filho?”
Essa versão mantém o tom crítico e irônico, mas evita transformar rumores e alegações não comprovadas em afirmações factuais

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