Por Alberto de Avellar – Curto e grosso: não se passaram sequer 24 horas desde o pânico provocado pelo episódio do atirador na UPA do CIA, em Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos. A população, já exausta diante de tanta inércia e inoperância nos serviços essenciais, segue convivendo com o descaso.
Fica então a pergunta que não quer calar:
Onde está o vereador do colete à prova de bala, presidente da Comissão Permanente de Saúde do Poder Legislativo, sempre cheio de pose e do discurso de que “vai resolver”?
Agora que o povo realmente cansou do abandono e do descaso, o parlamentar simplesmente não aparece mais para gravar seus vídeos prometendo soluções ou demonstrando preocupação com o caos instalado na saúde pública do município.
Enquanto isso, a má administração da UPA do CIA continua sendo alvo constante de críticas e preocupação por parte da população. Pacientes que procuram atendimento na unidade relatam, de forma recorrente, situações de demora excessiva, falta de empatia e até episódios de desrespeito durante o atendimento.
Segundo usuários do serviço, o que deveria ser um espaço de acolhimento e cuidado tem se transformado em um ambiente de sofrimento e indignação para quem já chega fragilizado em busca de assistência médica.
A falta de organização, aliada à ausência de sensibilidade no atendimento, tem sido apontada como um dos principais problemas enfrentados diariamente na unidade.
Diante desse cenário preocupante, moradores da região cobram providências urgentes das autoridades responsáveis, exigindo melhorias reais na gestão da unidade, para que a UPA cumpra, de fato, seu papel: garantir um atendimento digno, humano e eficiente à população.
Porque saúde pública não pode continuar sendo palco de promessas, vídeos para redes sociais e discursos vazios.
O povo precisa de solução — e precisa agora.

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