Por Alberto de Avellar – Meus inquietos, atentos e já cansados leitores de Simões Filho… a novela do descaso ganhou mais um capítulo — e daqueles de arrepiar até quem já se acostumou com o absurdo.
Dessa vez, o palco do vexame é o ambulatório do anexo do Hospital Municipal. E o que era pra ser espaço de cuidado virou cenário de revolta, gritaria e sofrimento.
O POVO NÃO AGUENTA MAIS!
Vídeos que circulam nas redes mostram mães aflitas, crianças esperando atendimento e um ambiente completamente desorganizado. Falta médico, falta respeito, falta gestão… sobra indignação.
E aí vem a pergunta que não quer calar:
Cadê os mais de R$ 150 MILHÕES do contrato?
Cadê os mais de R$ 6 MILHÕES POR MÊS?
Porque na ponta, onde o povo sofre, o que se vê é:
• Demora no atendimento
• Falta de profissionais
• Estrutura precária
• Desorganização total
DINHEIRO TEM. ATENDIMENTO NÃO.
É aquela velha história que já virou rotina em Simões Filho: contratos milionários anunciados com pompa… e serviços entregues com sofrimento.
O cidadão paga imposto, sustenta a máquina pública, e quando precisa de um atendimento básico… encontra portas abertas para o caos.
ALÔ, MINISTÉRIO PÚBLICO! A população clama por respostas,clama por fiscalização e por respeito.
Porque não dá mais pra aceitar que cifras milionárias convivam lado a lado com o abandono.
A COISA SÓ PIORA.
E enquanto o discurso oficial insiste em vender um “novo tempo”, o que o povo vive na prática é o velho pesadelo de sempre — filas, descaso e sofrimento.
E fica o aviso do Bom Velhinho:
Quando o povo começa a gritar nas portas do hospital é porque a dor já passou do limite.
E quando passa do limite meu amigo a bomba explode.

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