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SIMÕES FILHO: SEMANA DECISIVA OU VAI OU RACHA...




Por Alberto de Avellar – Segundou!!! -  E começa uma semana decisiva no tabuleiro político da cidade de Simões Filho, que se tornou icônica em absurdos na esfera da Administração Pública.

Pelo andar da carruagem, chega-se à conclusão de que o atual governo Devaldo Soares, conhecido como Del do Cristo Rei, não passa de um governo de transição do ex-prefeito Diógenes Tolentino (Dinha) para… o próprio Dinha. Afinal, ele nunca saiu de fato do poder. Tudo indica que Del ocupa apenas um papel de “governo tampão”, sustentando uma engrenagem marcada por fraudes, desvio de verbas públicas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e outros crimes — um esquema bilionário supostamente arquitetado pelo ex-prefeito Dinha com um único objetivo: “permanecer no poder a qualquer custo.”

É evidente que a nova portaria do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), que definiu o prazo limite para as eleições suplementares em 7 de dezembro de 2025, será decisiva para o julgamento da AIJE por Abuso de Poder Econômico e Político, que tem como réus Dinha, Del e Simone Costa.

Caso as acusações sejam julgadas procedentes, mesmo após o parecer “improcedente” da promotora Mariana Pacheco Figueiredo, caberá a ela explicar o motivo de tal decisão em uma investigação que já passou por três juízes, um juiz corregedor do CNJ e duas promotoras, e que se arrasta há mais de um ano. Curiosamente, apenas na reta final — com os prazos se esgotando para as eleições suplementares —, a promotora decidiu “sentenciar” no lugar do magistrado da 33ª Zona Eleitoral, pedindo o arquivamento da AIJE.

Por outro prisma, tramita em Brasília, no TSE, o recurso da AIJE da Cota de Gênero, que, se confirmada a fraude eleitoral, resultará na cassação de nove vereadores de Simões Filho, entre eles o presidente da Câmara Municipal, vereador Itus Ramos.

De acordo com o Direito Constitucional, em caso de cassação do prefeito Del do Cristo Rei e da vice-prefeita Simone Costa, caberia ao presidente da Câmara assumir o comando do município. No entanto, se também for comprovada a fraude na Cota de Gênero e Itus Ramos for cassado, surge a grande pergunta:
Quem assumirá o comando do Executivo?

Sem tempo hábil para a realização de nova campanha eleitoral suplementar, alguns especialistas em jurisprudência eleitoral sustentam que o TRE-BA e o TSE poderão empossar a segunda chapa mais votada nas últimas eleições — Edson Almeida e Mariza Bonfim, que obtiveram 28 mil votos.

Quanto ao Poder Legislativo, com a cassação de nove vereadores, deverão assumir os suplentes de partidos não envolvidos na fraude da Cota de Gênero.

Já o ex-prefeito Diógenes Tolentino (Dinha) deverá responder criminalmente por ser o maestro de todo o esquema de fraude eleitoral e abuso de poder político e econômico.

Agora, meus nobres leitores e seguidores, resta-nos esperar que a Justiça dos Homens seja feita, porque a Justiça de Deus pode tardar… mas jamais falha.


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