Ad Code

Responsive Advertisement

URGENTE: NOTÍCIAS DO PODER LEGISLATIVO...

LDO VOLTA À PAUTA: APÓS PERDER QUEDA DE BRAÇO COM DEL, ITUS RAMOS BAIXA O TOM E RECUA.

Presidente da Câmara de Simões Filho, que protagonizou disputa política com o prefeito, agora adota postura mais moderada e vê projeto do Executivo retornar à votação.

A política de Simões Filho continua surpreendendo! Depois de protagonizar uma queda de braço com o prefeito Devaldo Soares, o Del, e sair politicamente derrotado da disputa pelo comando da Mesa Diretora, o presidente da Câmara Municipal, Itus Ramos, parece ter deixado a valentia de lado.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027, que esteve no centro das tensões entre Legislativo e Executivo, voltou à pauta da Câmara Municipal.

Conforme a pauta oficial, o Projeto de Lei nº 005/2026 será submetido à primeira discussão e votação na próxima terça-feira, 13 de outubro, às 9h, durante a 30ª Sessão Ordinária. Também está prevista a leitura da Mensagem nº 009/2026, encaminhada pelo Executivo com propostas de modificações ao projeto.

A pergunta que circula nos bastidores é inevitável: o que mudou na postura de Itus Ramos?

Até recentemente, o presidente demonstrava disposição para enfrentar politicamente o prefeito Del. Entretanto, depois de perder espaço na disputa pelo controle da Câmara, o discurso de enfrentamento parece ter dado lugar à moderação.

Na linguagem popular, Itus perdeu a queda de braço, baixou a guarda e voltou a ficar manso e humilde.

O episódio levanta questionamentos sobre a independência do Legislativo e sobre os motivos que levaram a LDO a retornar à pauta justamente após o enfraquecimento político do presidente.

Afinal, a Câmara Municipal não pode transformar matérias fundamentais para o funcionamento da cidade em instrumentos de disputas pessoais ou políticas.

No tabuleiro político de Simões Filho, Del demonstrou força, enquanto Itus Ramos agora terá de mostrar se ainda possui autonomia ou se simplesmente reconheceu quem está dando as cartas.

Uma coisa é certa: a LDO voltou à pauta. Resta saber se a mudança de postura representa responsabilidade institucional ou apenas mais um recuo estratégico de quem perdeu uma batalha política.

Postar um comentário

0 Comentários