E a frase célebre do vereador Adailton Caçambeiro, toma corpo e principalmente começa a dar esperança ao povo Simõesfilhenses...
"Quem comeu vai ter que vomitar"...
Uma nova polêmica promete incendiar os corredores da política de Simões Filho. Uma Ação Popular protocolada na Vara da Fazenda Pública questiona a execução do contrato da construção do novo terminal rodoviário do município, obra que já ultrapassaria R$ 23,7 milhões após aditivo contratual.
Segundo o processo, o alvo não é apenas o contrato em si, mas principalmente a execução financeira e material da obra, diante de suspeitas levantadas sobre possível incompatibilidade entre os valores envolvidos e aquilo que estaria visivelmente executado no local.
A ação relata que o contrato original nº 0172/2024 foi firmado com valor de R$ 21.552.614,99, posteriormente recebendo aditivo superior a R$ 2,2 milhões, elevando o valor total para aproximadamente R$ 23,7 milhões.
O documento judicial traz uma acusação que chama atenção: a suspeita, ainda a ser investigada pela Justiça, de eventual descompasso entre a realidade física da obra e a dimensão econômico-financeira do contrato. A petição menciona, em tese, possíveis:
• medições fictícias;
• atestos indevidos;
• liquidações incompatíveis com a realidade;
• fiscalização ineficiente.
As fotografias anexadas ao processo mostram uma área com movimentação de terra, solo exposto e poucos elementos aparentes de estrutura física de uma rodoviária já consolidada.
Contudo, é importante destacar: as imagens por si só não comprovam irregularidade, pois o estágio real da obra dependerá de perícia técnica, cronograma físico-financeiro, medições oficiais e documentos administrativos.
A própria ação pede:
— suspensão imediata de novos pagamentos;
— apresentação integral do processo administrativo;
— inspeção judicial no local;
— perícia de engenharia civil para verificar possível superfaturamento ou pagamentos sem lastro material.
A pergunta que começa a circular nos bastidores políticos é:
Uma obra milionária está evoluindo conforme o dinheiro público aplicado ou existe diferença entre o papel e a realidade do canteiro?
Agora a resposta deixa de ser política e passa a entrar no terreno da Justiça.


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