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SIMÕES FILHO: RESUMO DA SEMANA DO CAOS !!!



Por Alberto de Avellar – Meus nobres pensantes e calejados leitores de Simões Filho, a cidade que ultrapassou todos os limites dos absurdos…


Se formos analisar o governo de Devaldo Soares em seus primeiros 15 meses de administração pública, chega-se à seguinte conclusão: Del do Cristo Rei se apresenta como o segundo pior prefeito do município, perdendo apenas para Eduardo Simões, na década de 80, quando literalmente abandonou a cidade, sumiu e ninguém o viu. Quanto a Del, todos o veem, mas ele nada faz para sanar o caos deixado pelo ex-prefeito Diógenes Tolentino (Dinha).

O segundo ponto crítico é que Del conseguiu simplesmente desfragmentar o grupo político do ex-prefeito Dinha, que foi considerado o maior fenômeno de poderio político da última década. Com isso, na atual conjuntura, temos três grupos políticos dominantes no município.

No topo da vontade popular, e por mais incrível que possa parecer, está a frente de oposição, sob a liderança do deputado Eduardo Alencar e Irmãozinho, que, conforme o resultado do julgamento do processo de abuso de poder econômico e político que corre no TSE, em Brasília, a qualquer momento pode levá-los a assumir a prefeitura de Simões Filho.

Em segundo lugar, está o grupo do atual prefeito Del do Cristo Rei, que detém a máquina pública e conta com, no mínimo, sete vereadores a seu favor. O principal fator para sua baixa popularidade é justamente o caos nos serviços essenciais prestados pelo município, resultado da inércia e da incompetência do secretariado e das superintendências.

Em terceiro lugar, encontra-se o grupo do ex-prefeito Dinha e da deputada, hoje considerada uma estrela decadente, Kátia Oliveira. Esta, que no último pleito de 2022 obteve mais de 27 mil votos no município, vê sua candidatura ameaçada devido ao grande número de escândalos envolvendo seu esposo, o ex-prefeito, que ainda se comporta como se estivesse no poder. Com a “guilhotina no pescoço”, pode ser cassado por abuso de poder ou ter suas contas de 2024 rejeitadas pela Câmara de Vereadores.

Del tenta oxigenar a administração pública com a chamada “dança das cadeiras”, mas suas escolhas para o novo secretariado desagradaram grande parte dos vereadores que, por mais surpreendente que pareça, migraram para o grupo de Eduardo Alencar, abandonando seu antigo líder, o ex-prefeito Dinha.

E o tabuleiro da política local segue em movimento, agora com uma grande novidade: o caso Alisson Ramos, que denunciou ao Ministério Público a existência de cerca de 1.200 funcionários fantasmas, incluindo ele próprio, além de diversos aliados do ex-prefeito Dinha e da deputada Kátia Oliveira. Del terá que apresentar respostas e promover exonerações, sob risco de responder por improbidade administrativa, além de possíveis implicações criminais por formação de organização voltada ao desvio de recursos públicos.

Este é o resumo de uma semana repleta de problemas para o “pequeno gigante” do Novo Tempo resolver.

Enquanto isso, sigo por aqui. Na próxima semana, tenho exames agendados e devo ficar pelo menos cinco dias afastado. Após isso, retornarei definitivamente ao campo minado da política de Simões Filho. E, com plena certeza, vou colocar fogo no parquinho, correndo atrás do que é meu.

O Ministério Público e a 1ª Vara da Fazenda Pública que me aguardem: vou tirar todos os processos e pedidos de execução com trânsito em julgado das gavetas.

Moral da história: quero o que é meu, por direito líquido e certo — com ou sem acordo amigável.

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