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POD PENSAR : EM NOITE DE ESCLARECIMENTOS ATERRORIZADORES !!!



Por Alberto de Avellar- Realmente, desta vez, o podcast “Pod Pensar”, o mais assistido da Região Metropolitana, com mais de 700 aparelhos conectados ao vivo e a cores, se superou ao entrevistar os vereadores Genivaldo Lima, Carlos Neto e Adailton Caçambeiro sobre a indicação da suposta “CPI do Narigudinho”.

Pasmem, senhores!!!

A indicação foi retirada de pauta em razão de o Regimento Interno da Casa Legislativa não prever regras e normas para a realização de uma CPI. Acreditem, se quiserem: em meio à maior leva de escândalos de corrupção em todo o Brasil — e em Simões Filho não é diferente, com robustos indícios de desvio de verbas públicas —, a chamada Casa do Povo simplesmente não possui previsão regimental para Comissões Parlamentares de Investigação.

Para que isso ocorra, será necessário, antes de tudo, que o Parlamento Municipal promova uma revisão e adequação do seu Regimento Interno.

E aí o Bom Velhinho nada de braçada e sai na frente:

— “Eu avisei, e é por essa razão que sofri tanta perseguição política…”

Em 2021, quando foi solicitada a CPI pelo não cumprimento do PDDM — Plano Diretor de Desenvolvimento Municipal (Lei nº 995/2016), já havia sido alertado que o tal “Regimento Interno” era falho e obsoleto. Foi necessário ingressar no Ministério Público, que ajuizou o pedido de CPI, com posterior trânsito em julgado e execução do feito.

Acompanhem a entrevista com Dário Magalhães, à época, em 2020.

E agora, meus nobres… é sentar e aguardar a boa vontade para que seja feita a revisão do Regimento Interno.

Enquanto isso não ocorre, com plena e total convicção, a população — já tomada pela indignação — pode continuar chamando a Casa do Povo de “Câmara do Amém” ou, melhor dizendo, um verdadeiro “puxadinho do Poder Executivo”, onde os 17 nobres edis são eleitos pelo povo apenas para receber salários e promover verdadeiros espetáculos hollywoodianos, circenses, no melhor estilo romano de “pão e circo”.

E onde o prefeito indica o presidente da Câmara na maior cara de pau — uma verdadeira Ação Direta de Inconstitucionalidade.

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