Por Alberto de Avellar – O ocorrido na já famosa e surreal fila da entrega do peixe, transmitido ao vivo e a cores pelas redes sociais e grupos de WhatsApp, abalou não apenas a sociedade simõesfilhense, mas também o mundo e todos que assistiram às cenas.
Como mais de 80% das pessoas que enfrentaram as imensas filas, desde a madrugada do dia 1º de abril, eram mulheres, o episódio configura uma afronta direta ao Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, previsto na Constituição Federal e na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Tal situação nos remete à possibilidade de caracterização de violência contra a mulher, com penalidades previstas na legislação vigente (2025/2026), incluindo reclusão. Sendo um fato de natureza coletiva, pode ainda haver agravantes, conforme estabelecido em lei.
Infelizmente, o que se observa no 16º mês do governo de Devaldo Soares, o Del do Cristo Rei, é a continuidade de práticas do governo anterior, do ex-prefeito Diógenes Tolentino Oliveira (Dinha), esposo da atual deputada Kátia Oliveira, que se apresenta como defensora dos direitos das mulheres, mas que, diante desse episódio, não se manifestou de forma efetiva em seu principal reduto eleitoral.
O Bom Velhinho segue por aqui: atento e vigilante, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, denunciando e alertando sobre possíveis violações contra o povo de Simões Filho.
E, para a devida formalização junto ao Ministério Público Estadual e Federal — uma vez que se trata de possível violação à Constituição e à Declaração Universal dos Direitos Humanos —, aguardam-se os esclarecimentos do Governo Municipal diante de tamanha gravidade.

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