Por Alberto de Avellar – Meus nobres e inquietos pensantes de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos…
Vocês hão de concordar que, para criar a série “Katita – A Estrela Decadente”, foi necessário realizar uma pesquisa profunda sobre suas origens.
E eis que descobrimos que nossa “Estrela Decadente” é de origem "quilombola". Isso mesmo: suas origens e árvore genealógica, estariam ligadas às matrizes africanas.
Como assim? Simples!
Seu primo carnal, Orlando de Amadeu — filho do finado Amadeu, um dos ícones do tabuleiro da política simõesfilhense — resolveu protagonizar mais um capítulo curioso da política local. Vale lembrar que o velho Amadeu tinha olhos claros, quase azuis, assim como Eduardo Alencar, por esta razão o amor platônico de Orlandinho pelo Doutor cabeça branca.
Pois bem… Orlandinho, "sem ter mais nada a inventar", e observando que a Rede Globo tem ampliado a presença de atores negros em seu quadro artístico, resolveu declarar, na ficha de filiação de seu partido tradicional do saudoso, Tancredo Neves, que é “quilombola da gema”, do Quilombo de Danda, na BA-093.
Ora, se Orlando é quilombola e é primo carnal de Katita, então, pela lógica familiar, ela também seria.
Com uma vantagem: “Katita – A Estrela Decadente” não precisaria “se pintar” para representar identidade negra alguma em campanha, como o fez Acm Neto em 2022.
Já poderia, quem sabe, até concorrer de fato e de Direito ao título de Deusa do Ébano no Ilê Aiyê, amcestralidade tem até de mais é decentente direta quilombola.
Agora somente estamos esperando Orlando de Amadeu o quilombola, declarar que foi " Katita Estrela Decadente", que foi a principal mentora do "Dia da Consciência Negra" ...
E assim segue a política da cidade icônica dos absurdos… onde até a árvore genealógica vira estratégia eleitoral.


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