Por Alberto de Avellar – Meus inquietos leitores de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos…
O Bom Velhinho hoje não veio com meias palavras, nem com discurso polido. Veio curto, grosso e com o dedo pesado no teclado, porque o que está acontecendo na saúde do município já ultrapassou qualquer limite de tolerância da população.
O bafafá continua… e com razão. - Quando o poço bota a cara na telinha reivindicando seus direito sem medo das viúvas estericas do Querubim sem asa é porque chegou ao se limite e puxou o pino de segurança da granada que está nas mãos do Gigante do Cristo Rei.
A cada dia surge um novo episódio de revolta, sofrimento e desespero dentro das unidades de saúde. Paciente esperando horas por atendimento, familiares implorando por socorro e profissionais trabalhando no limite da exaustão. Enquanto isso, o povo pergunta nas filas, nas portas das unidades e nos grupos de WhatsApp:
Cadê a solução?
Porque dinheiro, pelo visto, não faltou.
Contrato milionário para gestão da saúde, cifras que passam da casa das centenas de milhões… e o resultado que chega para o cidadão é fila, demora, tensão e indignação.
E quando o povo chega ao ponto de perder a paciência, a cidade inteira percebe que algo está muito errado.
Simões Filho não aguenta mais viver de propaganda enquanto a realidade nas unidades de saúde vira um verdadeiro campo de revolta popular.
E aqui vai o recado direto, sem rodeio:
Alô prefeito Del do Cristo Rei… vá trabalhar!
A cidade não precisa de silêncio administrativo nem de discurso pronto. Precisa de gestão, comando e atitude.
E principalmente, precisa que o prefeito se liberte de vez da sombra política que ainda paira sobre o governo.
Porque nas ruas o comentário é um só:
Parece que o governo ainda vive sob o “espírito do querubim sem asas”, o ex-prefeito Dinha, como se Simões Filho ainda estivesse presa a um passado que insiste em não ir embora.
Mas quem foi eleito para governar agora foi Del, não foi Dinha.
E governar significa enfrentar problemas, assumir responsabilidades e dar respostas rápidas à população.
O povo está cansado de promessas e discursos.
O povo quer médico, atendimento digno e respeito.
Porque quando a saúde entra em colapso, não existe lado político, não existe partido e não existe propaganda que segure.
Existe apenas gente sofrendo e pedindo socorro.
E o Bom Velhinho pergunta, mais uma vez, em nome da cidade:
Até quando Simões Filho vai conviver com o caos e o desespero na saúde pública?
Porque uma coisa é certa…
Quando o povo começa a perder a paciência, o barulho das ruas costuma falar mais alto que qualquer gabinete.

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