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SEMANA DA CULTURA GOSPEL VIRÁ PALANQUE POLÍTICO!!!



Por Alberto de Avellar – É verdade, meus amiguinhos inocentes de Simões Filho: os rumores que, no fundo, são a mais pura verdade. A pedra foi cantada em versos e prosas… e quem vive de bastidor sabe que, quando a Rádio Peão cochicha, o enredo já está escrito.

A Semana da Cultura Gospel virou, oficialmente, palanque político.

Somente para constar: o editorial das Crônicas do Bom Velhinho já se encontrava em verdadeiro exílio espiritual, porque, para tempos duros, só resta orar e se agarrar com Deus. Mas, como minha boca não é baú, quando chegam informações privilegiadas da Rádio Peão — aquela que tudo vê, tudo ouve e nunca erra — não há jejum que segure a caneta.

SEGURA MAIS ESSA, TAFAREL!

Com a obrigação imposta pelo TRE-BA para que os réus apresentassem suas contrarrazões no prazo de três dias, no processo de Abuso de Poder, apenas uma foi protocolada. Resultado? O processo segue firme, forte e veloz rumo aos Ministros do TSE, em Brasília, para julgamento em terceira instância.

A notícia caiu como uma verdadeira bomba nos bastidores políticos — e, com toda certeza, representa o desejo de pelo menos 75% da população, que já não aguenta mais essa pouca vergonha que impera no município. O povo cansou de esperar pela justiça dos homens e clama, em silêncio (e às vezes aos gritos), pelo fim definitivo da Era Diógenes Tolentino Oliveira em Simões Filho.

Por outro prisma, o ex-prefeito, conhecido nos corredores do poder como o “Inominável Dindinha, adorador de Dinheiro Público e Poder”, não perdeu tempo. Pegou o velho zap, fez aquela ligação estratégica e deu a ordem ao homem do “Novo Tempo”, que insiste em governar com velhas práticas.

“Vamos aproveitar a Semana da Cultura Gospel. Pode ser nossa última chance de aparecer nos holofotes da fama.”

Dito e feito.

Mudaram o roteiro do evento e o homem do “Novo Tempo” ressuscitou o manual antigo:

Del, envolto na bandeira de Simões Filho, como se fosse um manto sagrado (a mesma encenação usada pelo Inominável no passado);

Itus Ramos, empunhando a bandeira do Brasil, honraria que já foi de Del quando presidente da Câmara;

E a Deputada Estrela Decadente, Kátia Oliveira, de sapatinho de cristal, desfilando com a bandeira da Bahia rumo aos holofotes da Semana da Cultura Gospel.

Este ano, porém, o espetáculo não empolgou. Após sucessivos escândalos envolvendo a turma do “Deus em primeiro lugar, Pátria e Família” — enquanto o povo passa fome e enfrenta serviços públicos de péssima qualidade — a presença popular foi pífia, para não dizer constrangedora.

Mesmo assim, um dos arcanjos de Dinha, já renegado pela sociedade simõesfilhense, teve a audácia de postar cards em grupos de WhatsApp com números “oficiais” de participantes. Pena que as fotos desmintam os dados: a matemática não bate, nem com oração forte.

DEPUTADA KÁTIA “DILMA ROUSSEFF” SAPATINHO DE CRISTAL

No momento do discurso, nossa deputada Estrela Decadente resolveu improvisar. Ignorou o script e deu uma de Dilma Rousseff, largando palavras ao vento, fezes retóricas no ventilador e esquecendo que ali — pelo menos oficialmente — ainda não era palanque eleitoral.

“Não podemos esquecer que foi o ex-prefeito Dinha quem fez esse evento acontecer, e a população agradece.”

O que a deputada esqueceu de dizer é que toda essa “farra gospel-eleitoral” é bancada com o seu dinheiro, contribuinte, à custa de empréstimos absurdos que endividam o município, enquanto saúde, educação e infraestrutura seguem abandonadas.

Vale lembrar: são 20 anos do evento gospel, e foi justamente o Inominável quem iniciou o uso político do festival, ainda na campanha da deputada — a eterna Rainha da Ponga, em 2018.

Até os mais fiéis dos crentes olharam para a deputada com aquela expressão clássica: cara feia, poucos amigos e muita desconfiança.


E seguimos para o segundo dia da Semana da Cultura Gospel, que, pela tradição Tomentindiana, é reservado aos discursos dos vereadores aliados do lema:

“Deus, Dindinha em primeiro lugar, Pátria e Família… a deles, é claro.”


Porque o povo precisa ouvir os baratinhos e os mininis…

Cala, Dinho. Cala, Dinho.

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