Por Redação – com apuração da incansável Rádio Peão News - Enquanto Simões Filho enfrenta dias de chuva intensa, ruas alagadas, infraestrutura comprometida e uma população cada vez mais indignada, pela herança maldita deixada pelo ex- ex-prefeito o "Narigudinho bem de vida", o atual prefeito Devaldo Soares, o popular Del do Cristo Rei, parece ter optado por uma agenda… digamos… transcendental.
Segundo informações que ecoam pelos corredores do poder — e que a já conhecida “Rádio Peão News” capta com precisão quase cirúrgica — o gestor municipal estaria em uma espécie de retiro espiritual, refletindo profundamente sobre uma decisão crucial: romper ou não com o ex-prefeito Diógenes Tolentino, o “querubim sem asas”, figura que ainda paira sobre a política local como uma sombra persistente.
Enquanto isso, a realidade nas ruas segue implacável.
Na porta da Escola Municipal Diácono Fernando Brito, um aluno foi atropelado em meio ao caos causado por um semáforo inoperante — problema antigo, ignorado por sucessivas gestões. Pais, professores e moradores denunciam o abandono e a ausência de agentes de trânsito. A pergunta é inevitável: faltou manutenção ou sobrou descaso?
Na área da saúde, o cenário não é menos alarmante. Famílias desesperadas interditaram a Avenida Luiz Eduardo Magalhães exigindo atendimento para crianças que necessitam de neurologista pediátrico — uma demanda urgente que, até agora, segue sem resposta efetiva da gestão municipal. Em meio à chuva, o grito das mães ecoa mais alto que qualquer discurso oficial.
E onde está o prefeito?
A Rádio Peão procurou, investigou, rastreou… e encontrou. Mas não nas ruas da cidade, nem nos hospitais, tampouco nas escolas. O prefeito estaria, segundo fontes, em hotéis de alto padrão, longe da lama, do caos e da pressão popular. Uma ausência que começa a gerar comparações incômodas com episódios do passado político da cidade.
Nos bastidores, cresce o desgaste. Eleitores que antes acreditaram em continuidade administrativa agora demonstram arrependimento. A insatisfação também atinge aliados políticos, e nomes como o da deputada estadual Kátia Oliveira começam a aparecer no radar da rejeição popular.
E as obras?
As chamadas “obras sonrisal” — aquelas que surgem rapidamente e desaparecem na mesma velocidade — continuam sendo alvo de críticas. Herança de uma gestão anterior, dizem alguns. Continuidade de um modelo falido, afirmam outros.
No fim das contas, a pergunta que ecoa nas ruas, nas redes sociais e nos protestos é simples, direta e carregada de ironia:
Cadê o prefeito?
Enquanto a cidade pede socorro, a população espera mais do que reflexões espirituais — espera ação, e responsabilidade. Porque fé pode mover montanhas, mas gestão pública exige presença.

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